domingo, 3 de julho de 2011

auto-decepção

"É relativo... As vezes a vida prega encruzilhadas das quais não temos conhecimento o suficiente pra contornar; é preciso passar por elas, senti-las, viver o calor que sai da decepção consigo mesmo, chorar, e correr.


Correr pros braços do oxigênio, e pros olhos da verdade, que vivem sempre, dentro daquela pessoa que mais lhe faz falta um dia todo, dentro daquela pessoa em quem você pensa quando senta na mesa pra tomar o café quente que não chega nem perto do café da sua mãe, e observar a vista (magnifica) da sua janela que não chega nem perto do banco velho enferrujado da praça da cidade de infância.

É tudo muito relativo, só se salva o amor. E ainda assim salva-se o amor sentimento, porque as declarações, chocam-se com os atos, e as vezes, chocam-se com intrusos que tornam a cena muito mais dramatica do que realmente é.

E ca entre nós, a relatividade me atrai. Chega a ser absurda a repugnância que tudo o que é certo me causa. Enfim, vá durmir e sonhar com a sua felicidade quando vocês se abraçarem de novo, porque assim, e só assim, ela vem.


Até a felicidade é relativa... Clandestina."


Um comentário:

  1. Não sabia que escrevias tão bem... ou tão lindo =)

    Continue!

    beijo. =*

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